E se...por uma falha ou coincidência do destino...a louca teoria estivesse certa?
E se a energia dos planetas ao redor puxasse para lá e para cá, ajustando todo o movimento que nós costumamos chamar de vida?
E se sua vênus realmente invocar todo o meu ódio de um jeito que não quero mais te ver na minha frente?
E se minha lua e meu ascendente me fazem, assim, tão profundo e puro como eu sempre fui?
E se a combinação de sol e ascendente dela fazem toda a diferença de modo que, tal forte a combinação, gerara essa explosão de sintonia que eu nem estou sabendo como lidar?
Eu sei - e esse é o meu maior orgulho - não sabemos de nada. E é por não sabermos de nada, que estamos assim, sempre procurando respostas, não importa de onde venham. Procuramos qualquer explicação para que nossa vida pareça, assim, menos medíocre. O possível.
E é quando cruzamos as informações e vemos que, por mais que insistamos, tudo é mais forte do que nós. Não temos - nem nunca sequer tivemos - o controle. Tentamos indubitavelmente manter a compostura quando, na verdade, de nada sabemos e isso altera todo o ciclo daquilo que acreditávamos ser verdade.
Onde é que estará o tal do poder?
Definitivamente, não está em nossas mãos. Então pra que se apressar? Pra que, ó, Deus, se preocupar?
Por um segundo mais feliz, já dizia a poeta.
Olho ao meu redor e vejo que o amor está no ar. No mar. Na lua. No céu. Nas estrelas. Nas ruas. No chão. Na minha pele. Na sua. Em todo lugar. Procura a lua no céu que eu te mostro de fato onde está o amor, meu bem.
O amor existe.
E se...na verdade, qualquer busca por entendimento fosse, no geral, uma eterna perda de tempo, uma loucura, um devaneio, jogando-nos exatamente para o mesmo lugar. Sempre e por todo o sempre.
E se a gente pudesse mesmo escolher...será que a gente escolheria? Ou será que, sabendo do fim, faríamos simplesmente deixar as coisas rolarem até que, um dia, num tempo certo, tudo acontecesse. E ao passo que sim, no mesmo tempo, então, tudo se acabasse.
Será que teríamos os mesmos problemas que insistimos em ter?
Talvez não.
Definitivamente, eu acho que não.
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