De repente...
Você não queria mais
Nunca mais
Não queria
Mais ouvir
Mais me ver
Nem pensar
Sequer, nisso.
Me disse pra ir
Seguir só
Como eu quis
Como estava
Como estou.
Mandou-me pra lá
Praquele lugar
Julgou-me, o pior
Culpou-me, e pior
Fez de novo
Tudo aquilo
De mudar tudo
A seu favor.
Justo quando eu
Pensei que não
Que não podia
Mais lutar.
Joguei a toalha
De uma vez
Achei por melhor
Desistir
E rastejar
Implorar
Desprezar a incoerência
Fingir que aquela maluquice
Nunca existiu
Deixar as lágrimas rolarem
Na sua frente
Abrir o peito
Rasgar a roupa
Despir o ego
E a dignidade
Para então, falar...
De repente
Não havia mais
Nada mais
O que dizer.
Nada
A fazer.
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