O mês passou, que passou, voando.
Atravessei oceanos.
Conheci pessoas, culturas, e lugares.
Experimentei tudo o que deu, e o que não me ofereceram, pedi.
Com jeito.
E provei.
E me lambuzei.
Então depois de quinze mil passos por dia, ou mais, atravessei estados e entendi bandeiras.
Me lembrei de como o mundo é pequeno por mais que pareça enorme. Por mais que ainda seja.
Segui pensando no fim da história que nunca terá fim.
E de como recuperá-la é arriscado, perigoso e hostil.
Explodi vezes e vezes seguidas, de inúmeras formas.
Corri contra o tempo depois do melhor tempo do mundo.
E consegui.
E voei, e parti, e cheguei.
Recebi e dei os abraços mais sinceros dos últimos tempos.
Lembrei como é lindo, e é.
E na hora que voltei, andei pelas ruas, e vi tudo de novo.
E foi um pouco difícil me concentrar em porque decidi viver aqui, afinal.
Tem sido.