É quando o dia começa que meu corpo clama: socorro. Posso precisar desesperadamente de um copo d'água, um café forte e quente, ou horinhas de sono. Só o que eu faço é entregar, pra saciar a mente e voltar a viver.
Meu nível de loucura varia, a depender do dia e da substância. Isso inclui sutis diferenças entre vinho tinto ou meu chá preferido. Ou os dois, não necessariamente nessa ordem.
Insisto em parafrasear o poeta: Minha religião é o prazer.
Aí é quando o gradiente sunburst acontece que solto o disco, deixo rolar. Me consumo, me exploro, choro, desabafo com a folha em branco. Toda harmonia me entende bem, até mesmo o silêncio.
Penso em todos os registros perdidos que aqui deixo à disposição. Respiro fundo e desejo que, um dia, sejam encontrados feito a carta na garrafa: por quem realmente anseia encontrar o tesouro.
Nenhum comentário:
Postar um comentário