O grito é o desespero
a mão que puxa a alma do avesso
Acorrentada no dia a dia.
Envelopes deslizam sob mil portas
O cotidiano dá errado
Mas o café não queima a boca.
A tinta é tóxica
A farinha também
Mas o bolo tem cheiro bom
O palco é o esconderijo
Mais se esconde, mais se mostra
E e só pra quem tem coragem
De se abrir para o mundo em troca de um pouco de paz.
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