"Depois de tanta água no tempo, e daquele deserto de milhares de quilômetros a separá-los, tinham em si a certeza que, de tanto que se amavam, seria mais que perigoso se olharem nos olhos. Assim, de perto, face a face.
Da moça morena, do xote nos pés, dos olhos serenos e os belos cabelos...Ele tinha medo, também um anseio, a aflição do querer. Do moço moreno, da frase e poesia, do toque preciso...Ela era segura, ao passo que tremia, nao controlava. Queriam.
Eis que o mundo haveria de conspirar, para esta transformação: o encontro de dois mundos, gêneros, corpos arrepiados de sede de amor. Temível impacto, este de se entregar. Se arrisquem..."
Temores, impacto, riscos, passos precisos quando os anseios são maior que as pernas...
ResponderExcluirPor vezes linhas já provocam turbulências.
Até que na hora do impulso do pulo. O guarda-chuva segurou. Mas depois... ele não aguentou.
ResponderExcluirMas eu ainda sonho.
Não sabes como teu comentário lá no blog me fez bem. Meio que salvou o meu dia. Conte comigo sempre.
ResponderExcluirE, que coincidência, esse seu texto de agora também me cai como uma luva.
Abraços!