As ruas são estreitos corredores
As avenidas, grandes passarelas
Amantes sob o céu escuro e cinza
Distraem-se sedentos por amor
O tic do relógio é triste sina
O tac lembra a dor que habita o peito
Com todos os problemas resolvidos
Eu finjo ser quem sou, pra ser eu mesmo
Procuro aquele santo na carteira
Entre o dinheiro sujo e os telefones
Ao bater o portão com tanta força
Eu vivo o desespero de quem ama
Eu vivo o desespero de quem ama
Eu vivo o desespero de quem ama
Eu vivo o desespero, eu vivo, eu vivo
Eu vivo.
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